No âmbito escolar, acadêmico, sempre se está às voltas com uma ou outra avaliação. Faz parte do rito educacional. Nem por isso, a avaliação está isenta de críticas. Para que avaliar? E por que avaliar dessa forma tradicional? E será que a avaliação avalia mesmo? E avalia o quê?
O argumento ou os questionamentos procedem. Não obstante, não se pode perder de vista que a própria vida é como que uma constante avaliação. E a pessoa é submetida, constantemente, a todo tipo de teste: para consevuir um emprego, ingressar em algum grupo, até mesmo para constituir uma família. Richard Dawkins já se referira a essa competição vital em seu famoso livro O gene egoísta. Somos, cada um de nós, o resultado de uma feroz competição extra e intrauterina. Depois de nascidos, por que haveria de ser diferente?
O problema é que o meio escolar nem sempre deixa claros os critérios e alcances de uma avaliação, até porque algumas avaliações se constituem apenas em ferramentas de terror ou vingança docente. Quando a avaliação está desconectada de uma visão pedagógica mais ampla, de fato, as avaliações perdem toda a sua função de medição de resuktados e indicadora denrumos a serem adotados. Já é passada a hora de se avaliar a avaliação.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Avaliações... Sempre!
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